Segurança

Isolamento aplicado pela infraestrutura,
em três níveis.

Cada cliente constitui uma raiz de isolamento no banco de dados e no grafo de permissões. A segregação não depende de um filtro escrito corretamente em cada consulta: ela é imposta pela camada de armazenamento.

NÍVEL 1

Dados

O isolamento é aplicado no banco de dados, em todas as tabelas. Uma consulta que escape da aplicação retorna vazia. Clientes com exigência regulatória de segregação física dispõem de banco dedicado.

NÍVEL 2

Objetos

Autorização por relação, e não por cargo: quem pode acessar determinada pasta, determinado projeto ou determinado arquivo, com herança pela hierarquia. Um grafo com 13 tipos e 65 relações governa a interface, os arquivos, a busca e os agentes.

NÍVEL 3

Aplicativos

Cada aplicativo declara em manifesto os dados e as capacidades que utiliza, e o manifesto é imutável por versão. A ampliação de escopo exige publicação de nova versão, o que a torna visível e auditável.

Instalação transacional

O registro do aplicativo e as permissões correspondentes são gravados na mesma transação. Não existe estado intermediário em que um aplicativo esteja instalado sem as permissões que o tornam acessível, ou o contrário.

Auditoria completa

O registro é somente incremental e contempla os acessos concedidos e os negados, com autor, objeto e momento. O aplicativo de Logs disponibiliza essa trilha diretamente ao administrador, o que sustenta processos de conformidade com evidência verificável.

Identidade federada

A autenticação é delegada ao provedor de identidade corporativo, com provisionamento no primeiro acesso e revogação imediata no desligamento. Não há credencial própria da plataforma a ser gerenciada separadamente.

Segredos em cofre

Credenciais de sistemas integrados são armazenadas em cofre dedicado. O banco de dados operacional guarda apenas a referência, nunca o segredo.

A tela de entrada do LubyOS, com a opção de entrar pelo SSO corporativo e a indicação de que o segundo fator é exigido pela política do cliente.
A autenticação é delegada ao provedor de identidade da organização. O segundo fator segue a política do cliente, não uma configuração da plataforma.

A decisão de negar acesso é do servidor. Filtrar a interface melhora a navegação, e o kernel revalida a permissão a cada acesso, inclusive quando a origem é um agente de IA.