Todo o seu negócio.
Num sistema só.
O LubyOS é um sistema operacional na nuvem para empresas de serviço. Um desktop com apps de CRM, financeiro, projetos, timesheet e alocação — todos sobre uma camada de dados única. É por isso que a IA aqui responde sobre o negócio inteiro: porque ela enxerga o negócio inteiro.
Sem migração, sem big bang. Você conecta o que já tem e vê a visão unificada antes de mudar qualquer coisa.
Números do produto, não de campanha. Conferidos no código.
A resposta existe. Está partida em seis sistemas.
Uma empresa de serviços vive de casar oferta — o time disponível — com demanda — os projetos do cliente, e proteger a margem em cada alocação. O dado que responde isso existe. Só não existe junto.
Cada sistema tem uma verdade parcial.
Jira, HubSpot, Omie, um ATS, o Workspace. Nenhum tem a verdade inteira, e nenhum conversa com o outro. O que você chama de "relatório" é alguém exportando CSV numa sexta-feira à noite.
A mesma pessoa, cinco identidades.
"Ana Silva" no ATS, ana.s@ no e-mail, um id numérico no Jira, uma linha na folha. Juntar isso à mão é o custo invisível que nenhum orçamento prevê — e que nunca termina.
Dois números decidem tudo.
Utilização (quanto do time está faturando) e margem por alocação. Hoje eles chegam tarde, aproximados, e sempre depois da decisão que dependia deles.
O custo real não é a licença dos seis sistemas. É a decisão tomada com dado velho: o profissional parado que ninguém viu a tempo, o projeto que afundou a margem em silêncio.
Por fora, um sistema operacional. Por dentro, uma plataforma.
Você abre o navegador e vê um desktop: grid de apps, janelas, busca ⌘K, um chat de IA. Cada app é um módulo independente — e todos passam pelo mesmo kernel. É o kernel que garante que ninguém veja o que não deve.
Não existe caminho que pule o kernel. Nem para o app, nem para o agente de IA, nem para o próprio desktop. Permissão de app e de dado não é um recurso que ligamos — é a forma do sistema.
Shell — o rosto do sistema.
Desktop, janelas, dock, app store, busca global, chat. Uma linguagem visual só: o usuário não sente que trocou de sistema, porque não trocou.
Kernel — a única porta de entrada aos dados.
Nenhum app fala direto com o banco. Toda leitura e toda escrita passam aqui — e aqui se aplicam sempre, sem exceção: o isolamento do cliente, a permissão do usuário e a trilha de auditoria.
Apps — módulos que ligam e desligam.
Staffing, timesheet, CRM, financeiro, recrutamento. Você ativa só o que usa. E quem tem time próprio pode publicar os seus.
Dezenove apps. Um login. Nenhuma troca de contexto.
Apontar horas, mover um deal, aprovar uma nota, olhar a margem do mês, ver quem está livre. Sem seis abas, sem seis senhas, sem reconciliar seis versões do mesmo número.
Os três apps de plataforma são parte do produto, não bastidor: quem opera vê de onde veio cada dado, quando sincronizou pela última vez e quem leu o quê.
591 sistemas para conectar. Ligar um leva minutos, não um projeto.
Conector aqui é configuração, não código: um formulário declarado, credencial guardada em cofre, sincronização incremental e reprocessamento seguro. Ligou, o dado começa a cair na sua camada de dados.
O motor de ingestão é open source permissivo de ponta a ponta. Nada no caminho crítico impede você de revender o produto ou oferecer conectores ao seu próprio cliente. Escolhemos assim de propósito — e recusamos as opções que proibiam.
O dado cru nunca é jogado fora. E a mesma pessoa vira uma pessoa só.
A ingestão tem três camadas. O bruto entra e fica imutável — se a regra de negócio mudar, você reprocessa em vez de perder história. Em cima dele acontece a parte mais difícil e mais valiosa: reconciliar identidades.
do trabalho de unificar dados é decidir que dois registros são a mesma coisa. O LubyOS trata isso como um domínio de primeira classe — não como um script de limpeza rodando de madrugada.
Um único número de utilização: o mesmo no financeiro, no timesheet e no contrato. E quando alguém questionar — porque alguém sempre questiona — dá para abrir a linhagem e mostrar: veio daqui, nesta data, por este conector.
A pergunta que hoje custa três dias.
Com todos os domínios na mesma camada de dados, a IA deixa de ser um chatbot que resume documento e vira uma interface para o negócio. Ela cruza disponibilidade, skills, agenda, custo e contrato — porque tudo isso é o mesmo dado.
› quem está livre semana que vem com React e custa menos de R$ 180/h? 3 pessoas disponíveis a partir de 20/07 Ana Ribeiro React · Node · 6 anos R$ 152/h livre 20/07 Caio Duarte React · TypeScript · 4 anos R$ 138/h livre 22/07 Marina Alves React · React Native · 8 anos R$ 176/h livre 20/07 fontes: staffing · skills · custo/hora · timesheet
Multi-tenant de verdade — não multi-tenant de configuração.
Cada cliente é uma raiz de isolamento no banco e no grafo de permissões. O recorte por cliente não depende de um filtro que alguém esqueceu de escrever: o banco recusa sozinho.
O isolamento é forçado na camada mais baixa. Mesmo que uma consulta escape da aplicação, ela volta vazia. Cliente que exigir banco fisicamente separado por compliance, tem.
Permissão por relação, não por cargo: quem pode ler esta pasta, este projeto, este arquivo — e herda pela árvore. Um único grafo governa a tela, o arquivo e a busca.
Segurança da busca é parte da autorização, não um filtro improvisado depois. O agente herda exatamente as permissões de quem perguntou.
Auditoria append-only em cada salto: quem leu, o quê, quando — e também o que foi negado. É o que transforma "confie em nós" em evidência para compliance e LGPD.
Uma app store. Não uma fila de tickets.
A maioria dos ERPs morre na customização: tudo o que você precisa vira um chamado para o fornecedor e uma espera de trimestres. Aqui você instala módulos — e, se tem time próprio, publica os seus.
O manifesto é o contrato.
Cada módulo declara o que precisa: quais ferramentas usa, quais eventos escuta, quais dados enxerga, quais permissões pede. O sistema concede exatamente isso e nada além. Não é boa-fé — é o mecanismo.
Módulo de terceiro roda isolado, colado no dado.
Em qualquer linguagem, em sandbox de verdade, sem latência de integração e sem acesso ao banco de ninguém. A interface dele nunca chega perto do seu token.
O LubyOS não é só o software da Luby. É a plataforma onde outras empresas de serviço rodam o negócio delas.
Não existe big bang. Existe substituição por domínio.
Ninguém troca o sistema da empresa numa segunda-feira de manhã. A estratégia é cercar o legado e ir tomando o lugar dele — um domínio de cada vez, com o negócio rodando o tempo todo.
Conectar.
O LubyOS liga nos sistemas que você já usa e espelha os dados. Nada muda na rotina de ninguém — e você já ganha a visão unificada e os relatórios que não existiam.
Assumir.
Um domínio passa a nascer dentro do LubyOS. O sistema antigo continua recebendo por escrita de volta enquanto ainda for necessário.
Desligar.
Quando o domínio inteiro vive aqui, a licença lá fora é cancelada. O conector cumpriu o papel: era ponte de migração, não integração eterna.
Cada pedaço de dado tem um dono. E um só. Nunca dois sistemas achando que mandam no mesmo campo — é daí que vem todo pesadelo de integração que você já viveu.
Pelo domínio que mais dói. Numa consultoria, quase sempre é alocação — o dado mais valioso e mais bagunçado da casa, e o que entrega o número que a diretoria olha todo dia.
O que muda — para quem, exatamente.
Utilização e margem em tempo real.
Os dois números que decidem o trimestre param de chegar por e-mail no dia 10 — e passam a vir da mesma fonte que o financeiro fecha.
Alocação deixa de ser memória de alguém.
Quem está livre, com qual skill, a que custo, a partir de quando. Respondido numa frase, não numa reunião de trinta minutos.
Um login, um lugar.
Apontar hora, achar o contrato, ver a agenda, pedir aprovação. Sem seis abas e sem perguntar "em qual sistema isso está?".
Governança que se prova.
Isolamento no banco, permissão por objeto, auditoria de acessos e de negações. Documento de compliance com evidência, não com promessa.
Onde o produto está hoje.
Preferimos que você saiba disso antes da reunião, não depois da assinatura.
O que está no roadmap tem decisão de arquitetura registrada e escrita — não é intenção vaga. E o que está marcado como funcionando, funciona: pode pedir para ver ao vivo.
O que trava o clique.
Isso não é só mais um ERP? ▾
Um ERP entrega os módulos que ele escolheu, sobre o banco de dados dele. O LubyOS entrega uma plataforma onde os módulos — inclusive os seus — rodam sobre a sua camada de dados. E a IA daqui só é possível por causa disso: nenhum ERP com seis bancos separados consegue responder aquela pergunta.
Quanto tempo até eu ver valor? ▾
O passo 1 (conectar) já entrega a visão unificada sem mudar a rotina de ninguém. O valor não espera a migração terminar.
E se eu quiser sair? ▾
O dado bruto é seu: cru, imutável e exportável. A stack é open source permissiva de ponta a ponta. Não há lock-in de licença no caminho crítico — e isso foi uma decisão explícita, não sorte.
Meus dados ficam misturados com os de outros clientes? ▾
Não. O isolamento é forçado no banco (o sistema não confia na aplicação para isso), e há banco dedicado para quem exigir por compliance.
Preciso trocar tudo de uma vez? ▾
Não. Conectar, assumir um domínio, desligar o antigo. Nessa ordem, no seu ritmo.
Funciona para quem não é consultoria? ▾
A plataforma é genérica; os apps de alocação e timesheet são afiados para empresas de serviço, que é onde a dor é maior. Se o seu negócio se organiza em projetos, pessoas e horas, serve.
Comece pelo domínio que mais dói.
Conecte um sistema. Veja o dado unificado. Só depois decida o resto.
Vinte minutos. Levamos o desktop rodando e uma pergunta que hoje ninguém do seu time consegue responder em menos de três dias.